Henrique Tatsuyuki Soejima em 01/10/15

Em sensação vazia se converte
Em profunda azia se fortalece
Dois que eram um tornam-se
Um mais nenhum?

Um sempre fez, outro apenas viu
Um sempre correu atrás, outro ninguém viu
Um traz dinheiro, outro traz amor
Um faz escolhas, outro viabiliza as escolhas

Um enxerga, outro é cego
Um deve, o outro também
Um tem como pagar, outro não.
Um cumpre função sobre os filhos
Outro é um bruto, nada mais.
Melhor seria se fosse um isopor.
Leve e calado.

Um sonha e vive o dia de hoje.
O outro não tem escolhas,
A não ser no trabalho.
Temporariamente.

Pois a estagnação atrofia.
Compromete.
Promete.
Um dia.

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 27/04/15

Escola de massa

Escola de massa
Por um lado entra
Por outro passa

Onde nenhum se concentra
Nessa luxúria devassa
Desconhecimento se apresenta
Humanidade esgarça
Miolo arrebenta

Estupro cerebral
Abuso emocional
Descaso estrutural
Sucesso ocasional

Pessoas perdidas e manipuladas
Autonomia desconstruída
À mercê da prancha da resiliência
Salvadora ou mortal

Olhos furados
De tenra infância
Pelo sistema dado
E sua ganância

Antropologia em história
Episteme ou essência?
Seja qual, se foi.
Sem volta?
Nem no bueiro do desgoverno paulista
Nem nos de bolsos cheios este achou espaço

Mídia-trapaça
Que dos olhos furados
Ouvidos arregaça
Tira voz dos silenciados
E brinda à cachaça

Nesse cíclico processo
Oprimido é comprimido
Pra hollywood o sucesso
E opressor bem mantido
É sinal de progresso

Educação sem política
Religião sem bíblia
Congresso sem crítica
Deus sem heresia

O sistema corrompe
Quase me converteu
Tento ser o que rompe
Com o que me estabeleceu

Assim, sigo-me
Descobrindo-me
Perdend0-me

Educação massiva ilusória
Formando mais do mesmo
Diz que “falha mas melhora”
Só não mais vai seguir a esmo…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 24/02/15

Hj de manhã Gui perguntou se amanhã já era quinta e se depois já ficaria em casa… Depois ele chorou, fez um pouco de “manha”…

Ao voltar para o prédio depois de esquecer o celular, encontrei com uma família de vizinhos que estava com seu filho pequeno (provavelmente da idade dos gêmeos) com uma carinha chateada e o pai explicando sobre depois da escola.

Vi o uniforme, perguntei se ele estava indo para a escola, o menino não me respondeu.

O pai ainda tentou: “mas a escola é legal, né?” expondo seus dentes de uma forma a dizer “não é não”.

Aí o menino respondeu bem objetivamente: “não”.

O pai: “É… pelo menos ele é sincero…”

Fiquei profundamente triste, pois só depois de adulto comecei a busca por minha autonomia. A busca por enfrentar situações que não concordo e que acredito poder ser diferente. E sofro muito com as dificuldades.

Por sorte, meus pais e as pessoas que conheci até hoje me influenciaram com uma boa dose de resiliência, capacidade de adaptação e valores constantemente em revisão e reconstrução para identificar o que não devo aceitar e devo questionar, e o que devo aceitar contextualmente.

Infelizmente, minha educação deixou-me cego sobre “as maiores dificuldades da vida”, na real não aprendi enquanto era pequeno que a vida não tinha “as maiores dificuldades da vida”, mas apenas a vida como ela é…

Complexa e singular.

Complexa no sentido de ser um emaranhado de experiências, descobertas, emoções como prazer e tristeza, e os poucos momentos estimulados para questionamento (autoconhecimento e conhecimento da relação de si para com o mundo, sim você vive no mundo e não numa bolha individual a não ser que você mesmo invente uma…). A complexidade em seu sentido de desconhecido contínuo é alimento da curiosidade humana e que deve ser preservada, ao contrário, da forma como correu minha própria educação escolar.

Singular porque a vida é percebida de uma maneira única por cada indivíduo. E é ilusão qualquer argumento que possa pressupor que uma pessoa é igual a outras ou age igual a outras pessoas. Ou, que seja, que uma “classe”/”grupo” (ou qualquer tentativa de rotulagem ou agregação)  de pessoas age de maneira X e outra de maneira Y. A vida é singular.

Dirijo principalmente esta reflexão a mim mesmo, pois tenho muito a mudar e descobrir para encarar, curtir e viver intensamente a vida desta forma: complexa e singular.

Complexa e singular. Uma educação assim eu quero poder proporcionar para meus filhos e as crianças que estiverem próximas a mim…
Que este incômodo não deixe meu coração e minha mente um único dia a partir de hoje.

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 09/12/14

Cronômetro regressivo à mão, marcando 5 minutos – pode ser o do celular mesmo.

Uma ideia na cabeça. Desde que algo de valor, no mínimo para si e no máximo para a Humanidade.

Uma vontade de escrever, neste caso de começar a criar um ciclo consistente de Entrega Contínua de posts…

Clique no timer.

A ideia por trás é deixar de encerrar minhas reflexões na minha cabeça, em bagunça, construção e desconstrução constante.

De forma a começar a plantar sementes, umas que germinem outras que nada surtam de efeito.

Mas para combater o hábito de inércia na geração de conteúdo doado.

Boa sorte, mundo!

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 14/08/14

Labirinto "Baby Steps", Falha, Aprender Juntos e Fazer o Melhor Possível

Hoje conversei com meu colega TWer Alexandre Corrêa Barbosa sobre Educação.

Claro que eu comecei a verbalizar uma montanha de coisas sobre Educação, sobrepostas, misturadas movidas pela minha empolgação/inquietação.

Fora minha falta de habilidade de organizar ideias antes de expressá-las adequadamente, havia de fato uma confusão interna, causada por minha obsessão, imatura ainda, por Educação.

Eu questionei o conceito pelo meu colega de que a missão da Escola, como instituição, não era somente ajudar no processo de apropriação do conhecimento dos estudantes.

Defendi que havia muito mais envolvido. Que o contexto local deveria ser considerado e que a cultura local tinha relevância na hora de determinar o que é conhecimento e o quão profundo neste conhecimento consideraremos que um estudante atingiu.

Que a maior parte do que aprendemos na Escola Básica é inútil e que deveríamos ser expostos somente ao que fosse útil, na medida e aprofundamento que ainda fizesse sentido ao estudante.

Ele defendeu que o fato de expor os estudantes a conteúdos e conhecimentos os permitem conhecer e escolher.

Defendi que, sim, se as escolas não fossem tradicionais como as atuais ela tornaria a Educação muito mais ampla.
Não apenas voltada ao conhecimento e conteúdo, mas para ajudar crianças e jovens a encontrarem um caminho para maior “autonomia”.

O Alexandre afirmou que eu estava confundindo o fim com as formas de chegar ao fim que seria ampliar o conhecimento do estudante, o que traria consigo maior autonomia.

Discordei de imediato. (apesar de saber que isto acontece, como aconteceu comigo e isto ser o que sempre acreditei há anos atrás…)

Ele pediu-me evidências, exemplos de como isto seria feito.

Com ideias desestruturadas, difusas, eu não consegui articular  exemplo algum decente.
Citei processos de aprendizagem voltado a resolução de problemas e contextos reais, critiquei as avaliações padronizadas.

De novo, caí nos meios, sendo que iniciei criticando a finalidade da Escola…

De fato, a instituição escolar tem a missão de prover uma estrutura para que os humanos se apropriem de mais conhecimento.
Neste momento, percebi que olhava a Educação Escolar como bala de prata…
Defendia a Educação como bala de prata.

Só quando o Alê me disse que quando uma comunidade vivem em conflito/guerra, deve-se resolver a questão da guerra antes da Educação.
Quando uma comunidade vive passando fome ou sem saúde, estes são os primeiros problemas a serem endereçados, depois a Educação.
Quando há uma desigualdade social profunda, onde uma minoria com poder econômico e político se sobrepõe a uma maioria carente do básico. Isto deve ser endereçado primeiro, independente da Educação, pois pode impedi-la de realizar seu propósito em si.

Nesse momento, ainda mais fortemente, caiu a ficha do profundo valor do criticado “assistencialismo” do Governo Lula com o Bolsa Família, por exemplo.

Nesse momento, percebi que aprendi algo novo.
Livrei-me de um pedaço de minha cegueira.
Depois disso, fomos para uma sala para estudar, discutir e aprender um pouco mais sobre inceptions.

Depois disso, voltei para pegar as crianças na escola, pois a Paula precisou ficar até mais tarde no trabalho.
Pela primeira vez peguei os três, com chuva, saindo da escola, voltamos para casa, fiz a janta – sustentavelmente, com menos louça do que deixara antes – e dei para as crianças, separei um pratinho para minha esposa – como ela sempre fez para mim, tentei o melhor que pude nesta pequena oportunidade de Educação no contato com meus filhos no final do dia (falhei ao repreender aos gritos o Biel quando ele bateu de leve na face no Gui, depois conversei para entender se ele havia compreendido a mensagem).

Mais tarde, desenhei um labirinto (foto que ilustra este post) que o Gabriel conseguiu resolver sozinho riscando os corredores com o lápis depois de várias tentativas e erros, apaguei junto com ele para desenharmos juntos o caminho até a saída. Sugeri que fizesse o caminho com o dedo e depois desenhasse uma linha da entrada até  a saída… Após mais uma tentativa quase bem sucedida e uma pequena falha, apagamos, ele refez sozinho com o dedo o caminho e depois com o lápis e conseguiu! Engajado durante o desafio (talvez pensando no jogar vídeo game depois rs)!

Depois disso, estou aqui escrevendo este post para registrar este dia que passei…
Aprendi e realizei coisas novas, pois abri-me a perceber, aprender e fazer coisas melhores.

Volta para mim a frase que ouvi no sábado na UNIVESP: “Você só aprende aquilo que você QUER aprender.”

Henrique Tatsuyuki Soejima em 12/08/14

Neste sábado, 09/AGO/2014, tivemos a terceira aula que também está sendo presencial para início de um projeto piloto para praticar a metodologia de pesquisa que utilizaremos nos projetos integradores.

Durante este princípio, o projeto piloto tratará do seguinte macro-tema:

“Aprendizagem dos jovens de 10 a 14 anos”

ABPP – Aprendizagem baseada em Problemas e Projetos

Dois, pressupostos da ABPP:

  • Aprendizagem colaborativa
  • Aprender fazendo
  • Interdisciplinaridade

A moderadora falou sobre processo de aprendizagem que está estruturado no curso de Licenciatura da UNIVESP!
Será centrado no estudante e de forma muito colaborativa e coletiva, de forma muito prática.
(Estamos começando bem, na minha opinião. Vamos ver se seguimos assim sempre!)

Frase marcante que esteve presente e na qual também acredito…

“Você só aprende aquilo que você QUER aprender.”

Em equipe, fizemos um brainstorming (“chuva de ideias”, como a Márcia expressou) onde cada um presente propôs um problema a ser cercado dentro do Tema (“Aprendizagem dos jovens de 10 a 14 anos”).

Dos problemas todos levantados, fomos estimulados a cercar um problema e um contexto específico para darmos conta de explorarmos até a próxima sessão conjunta.

Assim, escolhemos o seguinte contexto a explorarmos: “Como o projeto pedagógico de uma escola democrática pode influenciar na transferência de responsabilidade educacional da família para a escola.”

Vamos levantar informações na Internet e tentar visitar a EMEF Amorim Lima para realizar nossas observações e a respectiva coleta de dados pessoalmente.
Certamente, será algo não muito extenso, dado o prazo que temos (1 semana).

O que foi bom?

Soube quem será nossa facilitadora/moderadora: Márcia Lazzari. Soube a minha equipe de projeto e definimos o cenário-problema projeto piloto que iremos explorar para prática de nossa metodologia para projetos integradores.

O que pode melhorar?

Horários de início, questões simples de infra para a aula (retroprojetor poderia estar montado no horário de início da aula, moderadores poderiam ter conversado entre si e com alunos, previamente), wi-fi disponível e powerpoint utilizados na aula poderiam ser compartilhados…

Minha voz interna, dizendo a mim mesmo: Não julgue, blinde-se contra seus pré-julgamentos (falta de organização do curso está ainda me incomodando um pouco, mas é um curso novo e que precisa amadurecer), comece com um primeiro passo com a mente mais aberta que conseguir”

Henrique Tatsuyuki Soejima em 15/04/14

As palavras a seguir são pensamentos abertos, desordenados.

Se compartilho, é porque assim me porto em outras situações, até em entrevista de emprego.
Transparência às vezes exagerada, mas pelo menos não temos surpresas depois, né?
Priscila Laviola (ex-Locaweb), e a minha querida equipe do RH da VAGAS que o digam, né?
Posto assim, comprando o risco de uma interpretação inesperada que está do lado dos leitores.

Após deixar minha última experiência profissional, estou em um momento de transição.

Até o momento, foram 12 dias divididos entre atualização de currículos, LinkedIn, leituras, conectando-me com pessoas que venho considerando referências em gestão de produtos e como novos empreendedores também. Além disto, de forma prática há dois esforços bem definidos para mim:

Busca de oportunidades profissionais:

  • 3 a 5 buscas ativas de oportunidade profissional (apenas candidaturas), 1 entrevista onde não prossegui no processo:
    • i. uma indicação para posição que mesclaria gestão de produtos e com um pé em Educação, mas que, infelizmente, não foi adiante (Está ficando interessante…)
    • ii. tentei também uma empresa do exterior, com possibilidade de trabalho remoto. (Esta aguardarei sem expectativas elevadas. Tentei, se der certo será fantástico!)

Tentativas de empreendimento pessoal

  • reorganização de todos os meus projetos/experimentos pessoais que ficaram abandonados na correria dos “empregos formais”, para escolher um a ser focado.

De resto, eu teria de tudo para preocupar-me e estar descabelando-me: três filhos pequenos, aluguel, alimentação, mensalidades da escola, planos de saúde, dívidas pendentes, nome para limpar…

Mas diversas coisas estão dando sinais de melhora, mesmo que tímidas.

Ideias de empreendimento pela SUMates parecem estar se materializando em passos de tartaruga, não completos, nem gerando receita, mas com sinais de progresso, gerando feedbacks, gerando audiência, numa base anual (graças à perseverança de um gigante chamado Fabrício Nicoletti e da qualidade técnica de um jovem com sabedoria de ancião chamado Tomás d’Stefano)… Como é o caso do Blog “Minha Vida É…

Recentemente, um novo projeto com alguns novos aliados podem trazer um novo produto/experimento ao longo do ano, para casais apaixonados…

Além disto, tenho retomado ideias de empreendimento solo, visando realizar experimentos no meu raio residencial na Zona Leste de São Paulo, com o apoio da minha esposa.

Do lado pessoal, os hábitos de consumo e organização financeira familiar parece ter começado a entrar nos eixos pra valer, depois de alguns anos fora de controle ou no limite do “o que entra sai”, mês não fechando, outro mês compensando.

Finalmente, está chegando a hora de conseguir uma fonte de renda para conseguir juntar o valor necessário para pagar duas dívidas provenientes de empréstimos que fiz no período em que fiquei um ano sem trabalhar praticamente ajudando a cuidar dos gêmeos, mais a Julia, junto da Paula.

De forma prática, eu diria que tenho até o final deste mês de abr/14 para lançar um produto que comece a amadurecer e gerar receita ao longo do ano, em spare time e também conseguir colocar-me em um novo desafio no mercado pra encarar!

Vamos em frente…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 21/03/14

3038escalando

Fiz 36 anos neste mês.

Desde pequeno meus pais sempre me estimularam de forma muito insistente e, às vezes dura, a sempre buscar fazer o meu melhor. Em qualquer situação.

Sempre minha mãe deixou muito claro que quando fazemos algo temos que fazer do fundo do coração.

Quando me casei com a Paula e ganhei a Julia como filha, meu pai me deu um forte abraço e disse-me em meus ouvidos:

“- Gambarê!”

Um frio subiu em minha espinha, aquela expressão sempre marcou momentos muito relevantes em minha vida!
A escola fundamental e o colégio, cada ciclo de provas, a FUVEST 96 e a 99, o primeiro trabalho formal como professor na rede pública com 18 anos (1996 ainda) e por aí vai…

Enfim…

Sempre aprendi com meus pais e avós que devemos fazer tudo na vida
“kokorô-de…”
De corpo e alma, profundamente inspirado.

Para isso o apoio de meus pais e familiares foram decisivos, a cada simples:
“- GAMBATTE!!!” ou “- GAMBARÊ!!!”

São expressões que de tão forte tenho a sensação de não conseguir traduzir em boas palavras em português…
Acabam-se reduzidas em significado, intensidade.

Muito obrigado, papai e mamãe!
SEMPRE.

Espero transmitir aos meus filhos de forma adequada estes ensinamentos, sentimentos, que jamais esqueci.
E, para a Humanidade, como Educador e Médico em breve…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 15/10/13

Mano
Humano
Delta Humano

Neste gesto simples e mero
Gratidão gostaria de trazer
De coração profundo e sincero
Querido amigo, único em fazer

Obrigado por não desistir
Muito grato por existir
Agradeço pelo insistir
Reconheço-te ao refletir

Mano, mate!
Lasting or Starting
Always Up

Fabra, parabéns e realmente MUITO obrigado pela importância de seus nada pequenos e insistente gestos em buscar transformar a visão SUMates em realidade, em buscar ajudar tantas pessoas e o mundo, enfim!
Você é uma das referências em minha vida, mano!
Desejo-te saúde sempre e muita energia recorrente para alimentar seus sonhos e sua Família!
Espero fazer o meu melhor para não desapontá-lo!
Grande abraço!

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 25/09/13

Dias passam rápidos
Horas voam intensas
Idade avança trépida
Prioridades difusas

Houve um dia controle
Talvez mera percepção
Houve um dia paixão
Pela visão, console

Ei, motivação que leva
Cega-me, entorpecendo
Tomado pelo que releva
Treva-me, esquecendo

Quando a velocidade assume
Tudo passa ao olho que pisque
Mina tudo o que a visão une
Puxa para que tudo arrisque

Mente não acompanha o corpo
Corpo deixa que a mente fuja
Corpo que mente não estar torto
Mente aflita, corpo que surja

Movimentos mentais que dopam
Sensações bioquímicas que chutam
Corpo que emoções abraçam e lutam
Assim vivo o momento, topam?

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