Henrique Tatsuyuki Soejima em 15/04/14

As palavras a seguir são pensamentos abertos, desordenados.

Se compartilho, é porque assim me porto em outras situações, até em entrevista de emprego.
Transparência às vezes exagerada, mas pelo menos não temos surpresas depois, né?
Priscila Laviola (ex-Locaweb), e a minha querida equipe do RH da VAGAS que o digam, né?
Posto assim, comprando o risco de uma interpretação inesperada que está do lado dos leitores.

Após deixar minha última experiência profissional, estou em um momento de transição.

Até o momento, foram 12 dias divididos entre atualização de currículos, LinkedIn, leituras, conectando-me com pessoas que venho considerando referências em gestão de produtos e como novos empreendedores também. Além disto, de forma prática há dois esforços bem definidos para mim:

Busca de oportunidades profissionais:

  • 3 a 5 buscas ativas de oportunidade profissional (apenas candidaturas), 1 entrevista onde não prossegui no processo:
    • i. uma indicação para posição que mesclaria gestão de produtos e com um pé em Educação, mas que, infelizmente, não foi adiante (Está ficando interessante…)
    • ii. tentei também uma empresa do exterior, com possibilidade de trabalho remoto. (Esta aguardarei sem expectativas elevadas. Tentei, se der certo será fantástico!)

Tentativas de empreendimento pessoal

  • reorganização de todos os meus projetos/experimentos pessoais que ficaram abandonados na correria dos “empregos formais”, para escolher um a ser focado.

De resto, eu teria de tudo para preocupar-me e estar descabelando-me: três filhos pequenos, aluguel, alimentação, mensalidades da escola, planos de saúde, dívidas pendentes, nome para limpar…

Mas diversas coisas estão dando sinais de melhora, mesmo que tímidas.

Ideias de empreendimento pela SUMates parecem estar se materializando em passos de tartaruga, não completos, nem gerando receita, mas com sinais de progresso, gerando feedbacks, gerando audiência, numa base anual (graças à perseverança de um gigante chamado Fabrício Nicoletti e da qualidade técnica de um jovem com sabedoria de ancião chamado Tomás d’Stefano)… Como é o caso do Blog “Minha Vida É…

Recentemente, um novo projeto com alguns novos aliados podem trazer um novo produto/experimento ao longo do ano, para casais apaixonados…

Além disto, tenho retomado ideias de empreendimento solo, visando realizar experimentos no meu raio residencial na Zona Leste de São Paulo, com o apoio da minha esposa.

Do lado pessoal, os hábitos de consumo e organização financeira familiar parece ter começado a entrar nos eixos pra valer, depois de alguns anos fora de controle ou no limite do “o que entra sai”, mês não fechando, outro mês compensando.

Finalmente, está chegando a hora de conseguir uma fonte de renda para conseguir juntar o valor necessário para pagar duas dívidas provenientes de empréstimos que fiz no período em que fiquei um ano sem trabalhar praticamente ajudando a cuidar dos gêmeos, mais a Julia, junto da Paula.

De forma prática, eu diria que tenho até o final deste mês de abr/14 para lançar um produto que comece a amadurecer e gerar receita ao longo do ano, em spare time e também conseguir colocar-me em um novo desafio no mercado pra encarar!

Vamos em frente…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 21/03/14

3038escalando

Fiz 36 anos neste mês.

Desde pequeno meus pais sempre me estimularam de forma muito insistente e, às vezes dura, a sempre buscar fazer o meu melhor. Em qualquer situação.

Sempre minha mãe deixou muito claro que quando fazemos algo temos que fazer do fundo do coração.

Quando me casei com a Paula e ganhei a Julia como filha, meu pai me deu um forte abraço e disse-me em meus ouvidos:

“- Gambarê!”

Um frio subiu em minha espinha, aquela expressão sempre marcou momentos muito relevantes em minha vida!
A escola fundamental e o colégio, cada ciclo de provas, a FUVEST 96 e a 99, o primeiro trabalho formal como professor na rede pública com 18 anos (1996 ainda) e por aí vai…

Enfim…

Sempre aprendi com meus pais e avós que devemos fazer tudo na vida
“kokorô-de…”
De corpo e alma, profundamente inspirado.

Para isso o apoio de meus pais e familiares foram decisivos, a cada simples:
“- GAMBATTE!!!” ou “- GAMBARÊ!!!”

São expressões que de tão forte tenho a sensação de não conseguir traduzir em boas palavras em português…
Acabam-se reduzidas em significado, intensidade.

Muito obrigado, papai e mamãe!
SEMPRE.

Espero transmitir aos meus filhos de forma adequada estes ensinamentos, sentimentos, que jamais esqueci.
E, para a Humanidade, como Educador e Médico em breve…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 15/10/13

Mano
Humano
Delta Humano

Neste gesto simples e mero
Gratidão gostaria de trazer
De coração profundo e sincero
Querido amigo, único em fazer

Obrigado por não desistir
Muito grato por existir
Agradeço pelo insistir
Reconheço-te ao refletir

Mano, mate!
Lasting or Starting
Always Up

Fabra, parabéns e realmente MUITO obrigado pela importância de seus nada pequenos e insistente gestos em buscar transformar a visão SUMates em realidade, em buscar ajudar tantas pessoas e o mundo, enfim!
Você é uma das referências em minha vida, mano!
Desejo-te saúde sempre e muita energia recorrente para alimentar seus sonhos e sua Família!
Espero fazer o meu melhor para não desapontá-lo!
Grande abraço!

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 25/09/13

Dias passam rápidos
Horas voam intensas
Idade avança trépida
Prioridades difusas

Houve um dia controle
Talvez mera percepção
Houve um dia paixão
Pela visão, console

Ei, motivação que leva
Cega-me, entorpecendo
Tomado pelo que releva
Treva-me, esquecendo

Quando a velocidade assume
Tudo passa ao olho que pisque
Mina tudo o que a visão une
Puxa para que tudo arrisque

Mente não acompanha o corpo
Corpo deixa que a mente fuja
Corpo que mente não estar torto
Mente aflita, corpo que surja

Movimentos mentais que dopam
Sensações bioquímicas que chutam
Corpo que emoções abraçam e lutam
Assim vivo o momento, topam?

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 05/09/13

Pensamento que vai e volta
Escuta que fecha e abre
Pensamento que sobe e desce
Ouvidos que tecem revolta

Neurônios que se ativam e se desativam
Padrões que difusos se formam
Sinais que em silêncio transitam
Significados que se constroem e se destroem

Escuta que se cruza com as ideas
Pré-estabelecidas que rebatem o novo
Pensamentos que desligados ouvem
Escuta ativa, de fato o novo houve!

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 08/07/13

Sétimo dia
Sétimo doze avos
Do ano vinte treze.

Pequenas coisas
Sob pontos de vista
Divergem, conflitam

O que pequeno para mim não é
Para você obviamente é
Mas o óbvio é tão fluido
Que num simples descuido
Ele vira coisa grande quando
Meu belo sapato você calça.

No meu sapato, não existem
Coisas pequenas e ignóbeis
Apenas escândalos e traições
Intolerância, sem paciência
Que rasgam o tecido complexo
Tênue essência da vida

Mas se você conhece a sola
Se é que acha isso relevante
E se consegue fazê-lo sem
Distorção para torná-lo
Conveniente ao seu pé…

Bem, não adianta.
Não é questão de sapatos
Sempre serão meus pés.
Que são parte de mim.
Meus sapatos,
Rotos tornam-se com o uso…

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…outros elementos a serem considerados ao discutir um novo paradigma educacional são os desafios da adaptação vs inércia (psico-neurológicas) envolvidas na aprendizagem humana, observadas ao longo da evolução da Humanidade.

O contexto de aprendizagem tem sido redefinido continua e cada vez mais disruptivamente, se comparamos um intervalo de tempo a outro de mesmo tamanho, imediatamente anterior…

O principal elemento desse processo é a crescente aceleração do desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação.

A cada nova década a partir de agora, o contexto tecnológico se apresentará alterado de tal forma a mudar radicalmente a forma como nos relacionamos local e globalmente.

Níveis cada vez mais elevados de inteligência artificial e automação transformarão os analfabetos funcionais produzidos atualmente em países emergentes como o Brasil, em uma massa que ficaria à margem econômica e intelectual da sociedade, se medidas urgentes não começarem a ser adotadas desde agora.

Igualmente, as sociedades com idade média mais elevada e consequentemente, menos responsiva a mudanças aceleradas no âmbito de relevância intelectual e tecnológica, também sofrerão com uma espécie de exclusão.

Esse processo de marginalização ou exclusão só deverá ser minimizado por iniciativas de inclusão tecnológica através da evolução de elementos de usabilidade em qualquer dispositivo de alta tecnologia, essencial em nosso dia-a-dia.

Talvez, a área menos impactada de todas (em âmbito ‘intelectual’ e ‘cultural’) neste rápido processo de aceleração do desenvolvimento tecnológico são as Artes.
Quero dizer menos impactada no sentido de ter sua essência praticamente inalterada…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 05/04/13

Conversando com meus colegas Felipe Farias e Danilo Ventura tenho reafirmado insistentemente que em 10 anos a sociedade, as relações de trabalho (baseadas em certificação, pós-graduação, MBA, etc…) sofrerão uma reformatação visivelmente grande. Disruptiva.

Quando as crianças que HOJE possuem 5 anos (pré-alfabetização, em média, imediatamente antes de aprender a ler…) estiverem com 15 anos (início do Ensino Médio, fase inicial da ‘adolescência’) vão trazer um novo padrão de relação de trabalho, de reconhecimento de sucesso na sociedade, colocando em cheque os atuais padrões de títulos e instituição-homologa-que-Fulano-sabe, que hoje é base para remunerações milionárias nas empresas de grande porte…

Hoje já percebemos que isso vale para as empresas que estão surgindo no mercado, numa nova realidade sócio-econômica…

Em 10 anos, nossos padrões do que consideramos Educação Básica no Brasil, iniciarão uma mudança disruptiva (até lá, estarei nessa onda…)
=)

O Danilo destacou em uma de nossas conversas, de forma extremamente sutil e inteligente, o papel do tempo no processo de “alfabetização” cultural (educacional) de grupos sociais…
Sejam grupos de clientes, grupos de funcionários, grupos de empresas, existe sempre a necessidade de exposição a uma nova prática, informação, conhecimento, tecnologia DURANTE UM TEMPO para que mudanças comecem a ser absorvidas e consideradas parte da rotina diária…

Isso explica em muito a velocidade de evolução das diferentes sociedades ao redor do mundo…

Henrique Tatsuyuki Soejima em 03/04/13

Ouvindo 100 years, Five for Fighting, inúmeras vezes e acompanhando a letra e cantando (thank you so much, Soundhound), no ônibus em direção à estação Ana Rosa do metrô, voltando da Locaweb…

Pensei: e se eu não tiver os 124 anos de vida que sinto que viverei?

Qual o legado que quero tentar deixar, o mais rápido possível?

1. Quero deixar recordações e impressões de que fui um dos pais mais inspiradores do mundo para meus filhos, minha esposa, minha família e meus grandes amigos… Para que cada um deles saiba viver e buscar uma vida não menor do que pode ser de verdade por seu valor pessoal, por sua singularidade….

2. Quero deixar marcado a minha presença como exemplo de ser humano.. Não um profissional de renome, não um acadêmico reconhecido, não uma celebridade, enfim. Mas uma das pessoas que mais se esforçou para ser o melhor que um ser um humano poderia ser para sua existência e continuidade dos seus semelhantes…

3. Um ser humano que soube ter seus defeitos (sob a percepção dos outros, principalmente) trabalhados de forma adequada, nem completamente submetendo-me a padrões externos aceitos pelo inconsciente coletivo, mas necessário e suficiente para ao máximo compreender, sentir e viver com plenitude a Humanidade como um todo e como parte dela.

Enfim… Esse sou (ou ainda serei) eu, Henrique Tatsuyuki Soejima, nascido em 11 de Março de 1978, no Tatuapé. São Paulo, SP, Brasil. Ou isso é, pelo menos, o melhor que posso tentar atingir de mim…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 25/03/13

Blind but kind
Mine like mind

Golden broken
Fine like token

That catch
Shine like match

Spark in dark
Line like arc

Arrow of sorrow
Wine like ghoul

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