Henrique Tatsuyuki Soejima em 01/05/26

Pode-se até culpar o mundo, a má sorte, o destino ou os outros…

Mas no fundo é a psiquê nos cobrando preço proporcional por aquilo que lhe negamos por tempo proporcional em nossa vida…

No fundo, a verdade é que não suportamos indefinidamente viver contra nossa verdade como seres humanos integrais como devemos ser.

Vale para todos nós, quem faz da distorção da realidade uma prática cotidiana (ao invés de uma compreensão genuína, seja dolorosa e/ou gratificante), acaba tornando-se prisioneiro e escravo da própria mentira, da própria sombra.

Ao longo de nosso desenvolvimento, desde a nossa mais tenra infância somos expostos a situações que testam nossos limites emocionais, cognitivos e físicos. Assim expandimos em alguns aspectos e retraímos em outros, por razões de sobrevivência e adaptação…

Na nossa jornada de vida, tudo o que jogamos e reprimimos, escondemos sob uma sombra que nos cria a ilusão de “falso conforto”, falso porque irá nos controlar nos momentos mais extremos para muito além do que nossa vontade, ego ou consciência seja capaz controlar…

Racionalizamos que, desta forma, escondemos do mundo o que em algum momento aprendemos a suprimir de nossas características essenciais e que fazem parte de nosso SER humano.

Assim, vamos fragmentando nossa psiquê de forma que somente nossa parte consciente e nosso ego apresentam-se de forma cotidiana, com um desperdício de energia silencioso e constante para continuarmos reprimindo, julgando e negando partes de nossa essência como ser integral.

Partes de que nos envergonhamos, partes que não desenvolvemos ou não expandimos, por motivos que são, na prática, diferentes para cada um de nós, mesmo que em contextos comuns a outras pessoas, mesmo dentro de um ambiente familiar, entre amigos, entre profissionais ou mesmo do inconsciente coletivo que habita as pessoas com quem cruzamos brevemente ou convivemos predominantemente…

Sermos inteiros, com nossas fortalezas e fraquezas exige um nível de consciência que só somos capazes de desenvolver ao longo das experiências que vivemos.

Algumas que nos geram traumas, vergonha ou medo extremo, ativando nosso modo sobrevivência único na natureza…

Outras que nos geram memórias básicas extremamente felizes e gratificantes, que chegam a nos entorpecer e nos desconectar da realidade complexa na qual nos inserimos.

A serenidade é o caminho do meio. A autoreflexão, compreensão e aceitação de cada uma de nossas partes imperfeitas é que nos torna mais próximo de sermos inteiros…

Quanto mais inteiros somos, menos questionamos o que falta na outra pessoa. Quanto mais compreendemos sobre nós, menos o ambiente, as pessoas e os eventos nos tiram de nosso equilíbrio mental, emocional, cognitivo e comportamental.

Um brinde à nossa jornada de vida e a cada gota de consciência que conseguimos a cada instante reconhecer e despertar em nós mesmos…

Henrique Tatsuyuki Soejima em 07/07/25

Quando nos damos conta

Da ilusão que vivemos

Sonho comum que desmonta

Falso espelho que cremos

 

Peças que não encaixavam

Corpos que melhor tratavam

Sentimentos me afetavam

Triagulações se chamavam

 

Bomba toda de amor

Que o social estilhaçou

Deixando apenas dor

Consciência despertou

 

Hoje sei quem sou

O tanto que restar

Vou melhorar o que sou

Mudado vou estar

 

Complexidade tecida e amada

Vidas envolvidas e nutridas

Corações com coragem dedicada

Serão as razões das minhas vidas

 

Vidas, no plural

Espelho quebrado

Cada caco, nada igual

Mosaico bagunçado

 

Pode juntar pedaços

Mas imagem que forma

Não terá mesmos traços

A sua imagem deforma

 

Ainda acredito que há cura

Mesmo que não sei a dança

Por favor, salve-me desta loucura

Será que ainda temos esperança?

Henrique Tatsuyuki Soejima em 24/12/24


Quando nos perdemos de nós mesmos.

Quando não sentimos nossa própria presença.

Solidão.

Solo em vão.

Quando minha presença e o que me importa incomoda.

Sai da moda.

Chacota.

Solidão.

Everest de visão.

Vácuo e não.

Não.

Vão.

Ironia.

Fria.

Ria.

Ia.

.

Henrique Tatsuyuki Soejima em 18/03/17

O aprendizado de matemática seguindo as práticas dominantes na educação de massa atual, desde a mais tenra infância é pra desestimular e tornar seres humanos em sua maioria ignorantes, desinteressados e “odiadores” de matemática…

O que seria uma matemática que se tornaria valiosa, necessária e apaixonante para os seres humanos?

Como seria uma matemática que tornassem as pessoas que trabalham profissionalmente com a matemática, compreendidas, talvez até admiradas, tal qual uma profissão como a de um dentista ou médico que qualquer criança sabe descrever?
(créditos e agradecimentos para a colega educadora da Rede Nacional de Educação Democrática: Priscila Santos, que fez esta provocação que não sai da minha cabeça e me incomoda e me intriga tanto desde que ouvi esta reflexão em 2016!)…

Versão 0.1 do que eu começo a acreditar que deveria ser abordado como “matemática para a vida”, desde a mais tenra idade da forma mais simples possível e aumentando o repertório e complexidade de acordo com o ritmo, idade e (des)interesse de cada pessoa (o desafio aqui seria criar “provocações-incômodas” para todos os diferentes estágios/níveis de interesse e desinteresse):

  1. Lógica
  2. Modelagem Matemática
  3. Abstrações

Em eixos transversais, atuaria o aumento gradual e sutil do repertório de representações e conceitos mínimos necessários da matemática formal, desde que mais próxima possível do contexto da vida humana em questão…
Importando pouco, quase nada, o que a atual “Academia” (a parte tradicional/burocrática/status quo que é maioria) costuma pregar/reproduzir cegamente.
Esta pessoa com nova formação ajudaria, sim, a renovar a “Academia” quando lá chegar…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 05/07/16

O sistema de educação de massa predominante (faria sentido incluir também incluir famílias, comunidades e outras organizações de pessoas) globalmente está impregnado de práticas que afastam o ser humano de sua curiosidade, criatividade e capacidade de pensar, saber e fazer que são de sua natureza.

Vale muito observar as crianças quando estão livres do julgamento e influência direcionadora de adultos.

Joi Ito, Diretor do MIT Media Lab, fala neste pequeno vídeo sobre 4 características de uma relação de aprendizagem (ou educacional):

  • Projetos (projects)
  • Pares (peers)
  • Paixão (passion)
  • Fazer com prazer / brincar / divertir-se (play)

ele menciona, também, algumas ideias e princípios que também considero relevantes:

Educação é sobre o que fazem com você e Aprendizagem tem a ver com o que você faz com isso.

Desobediência acima de seguir regras pré-estabelecidas, questionar autoridade e pensar por si mesmo rendeu alguns prêmios Nobel para algumas pessoas que remaram na contramão do convencionalmente aceito até serem reconhecidos.

A jornada de aprendizagem deve ser norteada mais porbússolas” que ajudem a definir e adaptar o que é necessário DURANTE A APRENDIZAGEM acima de seguir “mapas” com roteiros previamente definidos por alguma pessoa.

Deixar QUE CONTEÚDOS SEJAM PUXADOS mais do que empurrá-los goela abaixo durante o processo de aprendizagem.

O clímax, na minha opinião, vem da análise sobre o valor e importância da inovação emergente da base da pirâmide social e econômica mundial, a partir do acesso ao conhecimento necessário através da internet e tecnologias emergentes das necessidades peculiares dessas regiões!

Gratidão ao pequeno vídeo de menos de 4 minutos produzido pelo Instituto Alana:

https://www.youtube.com/watch?v=IZD_qXjBNYg

Vem-me à cabeça um dos princípios da EMEF Campos Salles e Bairro Educador de Heliópolis…

Tudo passa pela Educação

Quando deixarmos de negar este fato da realidade olharemos para cada tempo, espaço e experiências de nosso cotidiano, uma oportunidade única de aprender e nos movermos adiante…

Como as crianças (cenas de meus filhos vêm à minha mente…) tentam resistir incansavelmente, até que adultos os derrubem e os tornem cópias e copiadores de si mesmos…

Não existe separação entre trabalho, família, “escolas” e VIDA. Esta comporta todos os anteriores e os três primeiros podem comportar esta última até o limite que a ecologia terrestre e humana, e a relação destes, pemitir…

“Tudo é uma coisa só” (BISSON, Adrien)

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 01/10/15

Em sensação vazia se converte
Em profunda azia se fortalece
Dois que eram um tornam-se
Um mais nenhum?

Um sempre fez, outro apenas viu
Um sempre correu atrás, outro ninguém viu
Um traz dinheiro, outro traz amor
Um faz escolhas, outro viabiliza as escolhas

Um enxerga, outro é cego
Um deve, o outro também
Um tem como pagar, outro não.
Um cumpre função sobre os filhos
Outro é um bruto, nada mais.
Melhor seria se fosse um isopor.
Leve e calado.

Um sonha e vive o dia de hoje.
O outro não tem escolhas,
A não ser no trabalho.
Temporariamente.

Pois a estagnação atrofia.
Compromete.
Promete.
Um dia.

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 27/04/15

Escola de massa

Escola de massa
Por um lado entra
Por outro passa

Onde nenhum se concentra
Nessa luxúria devassa
Desconhecimento se apresenta
Humanidade esgarça
Miolo arrebenta

Estupro cerebral
Abuso emocional
Descaso estrutural
Sucesso ocasional

Pessoas perdidas e manipuladas
Autonomia desconstruída
À mercê da prancha da resiliência
Salvadora ou mortal

Olhos furados
De tenra infância
Pelo sistema dado
E sua ganância

Antropologia em história
Episteme ou essência?
Seja qual, se foi.
Sem volta?
Nem no bueiro do desgoverno paulista
Nem nos de bolsos cheios este achou espaço

Mídia-trapaça
Que dos olhos furados
Ouvidos arregaça
Tira voz dos silenciados
E brinda à cachaça

Nesse cíclico processo
Oprimido é comprimido
Pra hollywood o sucesso
E opressor bem mantido
É sinal de progresso

Educação sem política
Religião sem bíblia
Congresso sem crítica
Deus sem heresia

O sistema corrompe
Quase me converteu
Tento ser o que rompe
Com o que me estabeleceu

Assim, sigo-me
Descobrindo-me
Perdend0-me

Educação massiva ilusória
Formando mais do mesmo
Diz que “falha mas melhora”
Só não mais vai seguir a esmo…

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 24/02/15

Hj de manhã Gui perguntou se amanhã já era quinta e se depois já ficaria em casa… Depois ele chorou, fez um pouco de “manha”…

Ao voltar para o prédio depois de esquecer o celular, encontrei com uma família de vizinhos que estava com seu filho pequeno (provavelmente da idade dos gêmeos) com uma carinha chateada e o pai explicando sobre depois da escola.

Vi o uniforme, perguntei se ele estava indo para a escola, o menino não me respondeu.

O pai ainda tentou: “mas a escola é legal, né?” expondo seus dentes de uma forma a dizer “não é não”.

Aí o menino respondeu bem objetivamente: “não”.

O pai: “É… pelo menos ele é sincero…”

Fiquei profundamente triste, pois só depois de adulto comecei a busca por minha autonomia. A busca por enfrentar situações que não concordo e que acredito poder ser diferente. E sofro muito com as dificuldades.

Por sorte, meus pais e as pessoas que conheci até hoje me influenciaram com uma boa dose de resiliência, capacidade de adaptação e valores constantemente em revisão e reconstrução para identificar o que não devo aceitar e devo questionar, e o que devo aceitar contextualmente.

Infelizmente, minha educação deixou-me cego sobre “as maiores dificuldades da vida”, na real não aprendi enquanto era pequeno que a vida não tinha “as maiores dificuldades da vida”, mas apenas a vida como ela é…

Complexa e singular.

Complexa no sentido de ser um emaranhado de experiências, descobertas, emoções como prazer e tristeza, e os poucos momentos estimulados para questionamento (autoconhecimento e conhecimento da relação de si para com o mundo, sim você vive no mundo e não numa bolha individual a não ser que você mesmo invente uma…). A complexidade em seu sentido de desconhecido contínuo é alimento da curiosidade humana e que deve ser preservada, ao contrário, da forma como correu minha própria educação escolar.

Singular porque a vida é percebida de uma maneira única por cada indivíduo. E é ilusão qualquer argumento que possa pressupor que uma pessoa é igual a outras ou age igual a outras pessoas. Ou, que seja, que uma “classe”/”grupo” (ou qualquer tentativa de rotulagem ou agregação)  de pessoas age de maneira X e outra de maneira Y. A vida é singular.

Dirijo principalmente esta reflexão a mim mesmo, pois tenho muito a mudar e descobrir para encarar, curtir e viver intensamente a vida desta forma: complexa e singular.

Complexa e singular. Uma educação assim eu quero poder proporcionar para meus filhos e as crianças que estiverem próximas a mim…
Que este incômodo não deixe meu coração e minha mente um único dia a partir de hoje.

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 09/12/14

Cronômetro regressivo à mão, marcando 5 minutos – pode ser o do celular mesmo.

Uma ideia na cabeça. Desde que algo de valor, no mínimo para si e no máximo para a Humanidade.

Uma vontade de escrever, neste caso de começar a criar um ciclo consistente de Entrega Contínua de posts…

Clique no timer.

A ideia por trás é deixar de encerrar minhas reflexões na minha cabeça, em bagunça, construção e desconstrução constante.

De forma a começar a plantar sementes, umas que germinem outras que nada surtam de efeito.

Mas para combater o hábito de inércia na geração de conteúdo doado.

Boa sorte, mundo!

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Henrique Tatsuyuki Soejima em 14/08/14

Labirinto "Baby Steps", Falha, Aprender Juntos e Fazer o Melhor Possível

Hoje conversei com meu colega TWer Alexandre Corrêa Barbosa sobre Educação.

Claro que eu comecei a verbalizar uma montanha de coisas sobre Educação, sobrepostas, misturadas movidas pela minha empolgação/inquietação.

Fora minha falta de habilidade de organizar ideias antes de expressá-las adequadamente, havia de fato uma confusão interna, causada por minha obsessão, imatura ainda, por Educação.

Eu questionei o conceito pelo meu colega de que a missão da Escola, como instituição, não era somente ajudar no processo de apropriação do conhecimento dos estudantes.

Defendi que havia muito mais envolvido. Que o contexto local deveria ser considerado e que a cultura local tinha relevância na hora de determinar o que é conhecimento e o quão profundo neste conhecimento consideraremos que um estudante atingiu.

Que a maior parte do que aprendemos na Escola Básica é inútil e que deveríamos ser expostos somente ao que fosse útil, na medida e aprofundamento que ainda fizesse sentido ao estudante.

Ele defendeu que o fato de expor os estudantes a conteúdos e conhecimentos os permitem conhecer e escolher.

Defendi que, sim, se as escolas não fossem tradicionais como as atuais ela tornaria a Educação muito mais ampla.
Não apenas voltada ao conhecimento e conteúdo, mas para ajudar crianças e jovens a encontrarem um caminho para maior “autonomia”.

O Alexandre afirmou que eu estava confundindo o fim com as formas de chegar ao fim que seria ampliar o conhecimento do estudante, o que traria consigo maior autonomia.

Discordei de imediato. (apesar de saber que isto acontece, como aconteceu comigo e isto ser o que sempre acreditei há anos atrás…)

Ele pediu-me evidências, exemplos de como isto seria feito.

Com ideias desestruturadas, difusas, eu não consegui articular  exemplo algum decente.
Citei processos de aprendizagem voltado a resolução de problemas e contextos reais, critiquei as avaliações padronizadas.

De novo, caí nos meios, sendo que iniciei criticando a finalidade da Escola…

De fato, a instituição escolar tem a missão de prover uma estrutura para que os humanos se apropriem de mais conhecimento.
Neste momento, percebi que olhava a Educação Escolar como bala de prata…
Defendia a Educação como bala de prata.

Só quando o Alê me disse que quando uma comunidade vivem em conflito/guerra, deve-se resolver a questão da guerra antes da Educação.
Quando uma comunidade vive passando fome ou sem saúde, estes são os primeiros problemas a serem endereçados, depois a Educação.
Quando há uma desigualdade social profunda, onde uma minoria com poder econômico e político se sobrepõe a uma maioria carente do básico. Isto deve ser endereçado primeiro, independente da Educação, pois pode impedi-la de realizar seu propósito em si.

Nesse momento, ainda mais fortemente, caiu a ficha do profundo valor do criticado “assistencialismo” do Governo Lula com o Bolsa Família, por exemplo.

Nesse momento, percebi que aprendi algo novo.
Livrei-me de um pedaço de minha cegueira.
Depois disso, fomos para uma sala para estudar, discutir e aprender um pouco mais sobre inceptions.

Depois disso, voltei para pegar as crianças na escola, pois a Paula precisou ficar até mais tarde no trabalho.
Pela primeira vez peguei os três, com chuva, saindo da escola, voltamos para casa, fiz a janta – sustentavelmente, com menos louça do que deixara antes – e dei para as crianças, separei um pratinho para minha esposa – como ela sempre fez para mim, tentei o melhor que pude nesta pequena oportunidade de Educação no contato com meus filhos no final do dia (falhei ao repreender aos gritos o Biel quando ele bateu de leve na face no Gui, depois conversei para entender se ele havia compreendido a mensagem).

Mais tarde, desenhei um labirinto (foto que ilustra este post) que o Gabriel conseguiu resolver sozinho riscando os corredores com o lápis depois de várias tentativas e erros, apaguei junto com ele para desenharmos juntos o caminho até a saída. Sugeri que fizesse o caminho com o dedo e depois desenhasse uma linha da entrada até  a saída… Após mais uma tentativa quase bem sucedida e uma pequena falha, apagamos, ele refez sozinho com o dedo o caminho e depois com o lápis e conseguiu! Engajado durante o desafio (talvez pensando no jogar vídeo game depois rs)!

Depois disso, estou aqui escrevendo este post para registrar este dia que passei…
Aprendi e realizei coisas novas, pois abri-me a perceber, aprender e fazer coisas melhores.

Volta para mim a frase que ouvi no sábado na UNIVESP: “Você só aprende aquilo que você QUER aprender.”

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